CINTA ABDOMINAL AJUDA A PERDER BARRIGA?


cinta

Quando eu engravidei pela segunda vez achei que pudesse usar a minha cinta modeladora, que comprei quando tive meu primeiro filho, sem grandes problemas. Depois descobri que a cinta pra mim significava duas alegrias: Uma quando a colocava e outra quando tirava.

É, nós não nos tornamos grandes amigas. Somente convivíamos quase que pacificamente.

Ainda no hospital, assim que tirava pra tomar um banho ou fazer xixi, minha pele estava suada e com fortes marcas avermelhadas.

Quando chegava o momento de pôr novamente, me sentia contrariada e arranjava mil pretextos pra deixar pra mais tarde. No fim das contas, não me fazia bem e eu acabei usando por menos tempo que no primeiro parto.

Minha irmã, que também já era mãe, me dizia insistentemente que a cinta abdominal me ajudaria a perder barriga e fortaleceria os músculos do abdômen. Fui pesquisar sobre isso, afinal estava desistindo da minha e precisava ter certeza de que não tinha tomado a decisão errada.

Descobri que, ao contrário do que muita gente pensa, ela ajuda a disfarçar e não a perder barriga. Também ajuda a manter uma postura correta, porém, assim que a cinta é retirada, normalmente a postura volta a cair.

Abandonar a cinta não foi um grande problema pra mim, porque eu não era muito tolerante àquele desconforto e preferia deixar meu corpo respirar.

Sem ela percebi que eu ficava mais ágil pra fazer todas as coisas, já que agora com dois meninos pra cuidar em casa, isso seria necessário.

Eu não descuidava dos pontos que tinha recebido na barriga, mas confesso que as vezes me distraia e deixava de perceber algumas coisas. Falo da cicatriz da cesárea, que desenvolveu queloide.

Desde a primeira cesárea, eu já tinha percebido que minha cicatriz estava longe de ser igual a da minha irmã, que parecia mais fina que a minha, e tinha um tom de cor mais clara, muito próximo do tom natural da pele dela. A aparência da minha cicatriz piorou muito depois do segundo parto.

Eu conseguiria conviver com ela mesmo sem gostar, pois era uma cicatriz que eu relacionava com uma vitória, em que meus filhos eram meus prêmios.

A BARRIGA FLÁCIDA AINDA ERA O PROBLEMA

mae-cansadaEu podia aguentar os seios doloridos, noites curtas e dias longos, choro do bebê, fisgadas no útero e até a queloide na cicatriz, mas o que estava difícil mesmo e se tornou um verdadeiro incomodo, era a barriga flácida.

Ela ficou muito estranha mesmo. Um tapinha e ela balançava, mole e murcha.

Fiquei com certo receio dela nunca mais voltar a parecer com o que era antes.

Comecei a olhar pros lados e ver que a grande maioria das mães fica com a mesma sequela da “barriga flácida” após o nascimento dos filhos.

O tempo passou e minha barriga deu uma melhorada, enquanto eu confirmava o que eu tinha aprendido sobre que amamentar também ajuda.

E eu amamentei meu segundo filho até os onze meses, e por esse motivo não cheguei a fazer nenhum tipo de dieta pós-parto, porque tinha receio de prejudicar a qualidade do meu leite.

Eu ainda continuava com sobra na barriga e ela me causava intensa dor emocional, não por vaidade mas porque nenhuma roupa caia bem, meu número já não era o mesmo, e a sobra estufava quando fechava o zíper da calça que antes me vestia tão bem.

EXERCÍCIOS ABDOMINAIS PARA PERDER BARRIGA

btw-image-2Perdi a condição de escolher a roupa que queria usar, e tinha que levar pra casa o que coubesse. A frustração se tornou tão grande e dolorida, que por causa disso eu me tornei viciada em abdominais.

Minha irmã, primas e até minha mãe traziam exercícios diferentes pra mim. Às vezes tentando me consolar, tentavam me convencer dizendo que “É assim mesmo, você acostuma!”, ou “Você tá muito bem pra quem teve dois filhos!”, ou ainda “Você não viu como eu também fiquei? Sem cintura nenhuma!”.

O que elas me diziam só me frustrava mais, mesmo sabendo que a intenção delas era boa.

Eu acreditava que elas ficaram fora de forma por serem sedentárias, ao contrário de mim que mesmo sem ser apaixonada por exercícios físicos, não desistia.

Pesquisava muito, buscando o próximo exercício mais adequado pra me livrar de vez das sobras na barriga, porque elas continuavam lá por mais abdominais diferentes que eu fizesse.

Já estava cansada das mesmas respostas e sugestões de sempre (já conhecia todas), e como não acredito no acaso e sim em causalidade, insisti até encontrar algo realmente novo.

Esbarrei num blog de uma mãe que, assim como eu, não teve o sucesso esperado na recuperação do corpo depois do parto do segundo filho.

Ela estudou e testou tudo que era possível no seu próprio corpo para que conseguisse emagrecer e voltar a ter à forma que tinha antes da gestação. Isso era tudo que eu queria, e ela já tinha chegado muito além de onde eu estava no meu aprendizado. Isso era um verdadeiro atalho pra eu finalmente alcançar rapidamente o que procurava.

O detalhe que mais me chamou a atenção, e que percebi que diferenciava o que vi ali do que tinha visto até então, é que todos os exercícios que ela desenvolveu até conseguir sucesso absoluto na própria recuperação, ela transformou em aulas pensadas para trabalhar principalmente as partes do corpo que são mais afetadas durante a gravidez: a barriga, as pernas, lombar e bumbum. São essas as regiões em que nosso corpo acumula mais gordura durante a gestação.

Nossa! Aquilo parecia a resposta perfeita pras minhas reclamações. Era o meu desejo levado a sério.

De repente não me sentia mais tão só, porque havia mais tantas outras mães que, como eu, não se conformavam com a situação e buscavam solução.

Foi acompanhando seu site que descobri o que é diástase, o risco de piorar a diástase fazendo sessões de abdominais, e até como fazer pra saber se você tem.

Fiz o teste e descobri que eu tinha diástase sim. Tinha uns 4 dedos de afastamento no abdômen, o que não é nada pouco.

VEJA O VÍDEO AQUI

Caramba, conclui que com certeza eu mesma piorei minha condição, lembrando da quantidade e da intensidade dos abdominais que eu fazia.

Nas minhas pesquisas encontrei casos de mães que fizeram abdominoplastia e outras que até passaram por gravidez após abdominoplastia. Vi suas preocupações nos nove meses da gestação e depois no parto.

Por mais tentador que pudesse parecer esse atalho, ficar longe dos meus filhos e entrar no bisturi, depois do parto, era a última coisa que eu queria fazer.

O que mais me motivou a seguir esse site, é que se tratava de uma personal trainer. Uma profissional que desenvolveu um método testando nela mesma, até chegar ao resultado que resolveu a diástase.

Com ela eu descobri que diástase pode ser resolvida sem cirurgia, e que eu poderia me olhar no espelho e ter orgulho do meu corpo outra vez.

Se você está passando por isso e se identifica com algo que eu disse aqui, então saiba que você não tem mais que se sentir isolada e sem saída.

Eu realmente consegui superar isso, e espero que minha história te inspire, te tire da zona de conforto e da dor.

Quero que aproveite o que te ensinei nesse post, mas antes de tomar qualquer decisão, pesquise. Eu sei que isso ajuda muito a entender as coisas pra poder tomar a decisão correta. Foi assim comigo.

Vou deixar um link AQUI, onde você poderá entrar pra receber 3 exercícios gratuitos no seu email.

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São exercícios que eu recomendo, e depois deles você entenderá melhor porque nós mulheres não precisamos sofrer com diástase pós-parto, celulites, sobras no quadril e na barriga.

Se você teve diástase e já resolveu, comente e compartilhe a sua experiência com outras mães como nós. Precisamos nos ajudar.

Um abraço e conte comigo sempre.

  • Se você tiver qualquer dúvida sobre este assunto, deixe seu comentário aqui abaixo que eu responderei.

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